IR EMBORA

Talvez palavras não expliquem o tal sentimento e tampouco sua escolha ou condição.
Às vezes precisamos ir…
De encontro ao vento, ou longe o suficiente para poder parar o tempo…
O ir sem destino, no espaço tempo sem muita coerência com a certeza dos fatos…
A sensação de querer estar e sair
Chorar e rir
Ficar só para poder depois fugir
Escolher e poder sentir

Queria ir embora de mim
Dos meus medos
Das minhas duvidas
Dos tão sonhados desejos

Em uma estrada poderia despir-me das cicatrizes, dos versos nunca ditos e das palavras incoerentemente faladas por falar…
E nua na chuva cantaria minha música favorita.
Fugiria assim, para não pensar em voltar..
E no começo e meio o meu ir embora sinalizaria assim o fim da minha história
Sem derrotas…
Sem linhas tortas
Com desfecho, mesmo com a ausência das páginas nunca lidas

Começo, meio e fim
Alguns nãos..
Um único sim
Fui embora de mim para encontrar-me com você
Mas, quem sabe um dia…
Se quiseres também partir
Indo embora comigo
Em um simples fim
Assim…

Juliana peloggia
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